CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança
Reconhecido e respeitado nas grandes empresas, já que atua para a redução de acidentes trabalhistas, também participa do desenvolvimento de uma política sustentável. Esse profissional organiza ações de proteção e preservação dos seres vivos e dos recursos ambientais e da segurança de pessoas e comunidades. Compreende tecnologias voltadas à melhoria da qualidade de vida, à preservação e à inovação do aparato tecnológico de suporte e atenção à saúde.
Para quem já concluiu o ensino médio e é maior de 18 anos.
Principais benefícios da profissão:
- Aumento gradual da oferta de vagas, à medida que cresce o reconhecimento por essa função dentro das grandes empresas, pois esse profissional desempenha ações de prevenção importantes que evitam acidentes, geram economia e desenvolvem uma política sustentável;
- No primeiro semestre de 2009, foram abertas mais de 2000 vagas de emprego para o profissional com formação técnica em segurança do trabalho no Brasil;
- Estima-se que, a partir da retomada do crescimento do setor da construção civil, haverá ainda mais oportunidades de trabalho no segundo semestre de 2010 e também nos próximos anos;
- A Copa do Mundo de 2014, as Olimpíadas de 2016, o PAC e a descoberta do Pré-Sal representam fatores determinantes para a geração de novos postos de trabalho para esse profissional.
Características:
- A média salarial do técnico em segurança do trabalho varia de R$ 2000,00, nos anos iniciais da carreira, a R$ 5000,00, no auge, que pode ser atingido em até 8 anos;
- Com uma área de atuação bastante ampla, esse profissional encontra lugar em todas as esferas da sociedade onde houver trabalhadores;
- Apesar de as empresas serem obrigadas a constituírem uma equipe de segurança do trabalho por lei, essa atuação se torna viável principalmente pela organização que promove, aumentando a produtividade, a qualidade dos produtos e a melhora nas relações humanas;
- O mercado para esse profissional é amplo e predomina nas grandes empresas do País, por concentrar-se nelas maior número de registros de acidentes e doenças ocupacionais;